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Este
é um problema comum para os que sofrem de inflamação
no fígado, isto é , hepatites.
É interessante ver o quanto manter o peso, seguir uma dieta
que contém fibras, fazer exercícios diários,
é necessário para nós! Além de nos
manter em forma fisicamente, mantém nosso fígado
em bom estado.
Boa leitura!
Micky Woolf
Unidos Venceremos
RESISTÊNCIA À INSULINA: O QUE VOCÊ
DEVERIA SABER
Resistência
à insulina é quando nosso corpo não consegue
usar a própria insulina apropriadamente. A insulina, hormônio
produzido no pâncreas, envia um sinal para as células
do nosso corpo dizendo que devem permitir que o açúcar
ou glicose se mova do sangue para as células.
Desta forma
o açúcar pode entrar nas células através
do corpo onde será usado como combustível ou armazenado
como energia que será usada mais tarde. Quando as células
não estão recebendo os sinais da insulina devido
ao defeito na célula, o açúcar ou a glicose
não consegue entrar nas células, e esta condição
é chamada resistência à insulina.
Há
muitas pessoas que têm esse defeito, o qual causa resistência
à insulina, mas o pâncreas pode produzir insulina
suficiente para superar a resistência e manter os níveis
de glicose no sangue normais ou só um pouco elevados.
Para as pessoas
com diabetes tipo 2, eles não só têm a condição
de resistência à insulina, mas têm outro problema,
que é um defeito no pâncreas que limita a produção
do hormônio de insulina. É esta combinação
de resistência das células e a diminuição
da produção de insulina pelo pâncreas que
leva a glicose no sangue à níveis elevados.
Algumas pessoas
têm resistência à insulina geneticamente, isto
é, elas não têm como ser diferentes dos pais,
mas há outros fatores que contribuem para a resistência
à insulina que podem ser prevenidos.
Os fatores
são: estar acima do peso falta de atividades físicas,
isto é, sem exercícios diários. Pessoas que
estão acima do peso, com resistência à insulina,
tendem a ter o seu peso mais acentuado na área abdominal,
conhecidas como “corpo em forma de maçã”,
ao invés de “corpo em forma de pêra”.
Para as pessoas
que têm diabetes, elevados níveis de glicose podem
levar à mais resistência à insulina. Infelizmente,
para pessoas que têm somente resistência à
insulina e não têm sintoma, esta condição
pode ser ainda pior para sua saúde em geral.
A resistência
à insulina altera os níveis de gordura no sangue,
e está associada com pressão arterial elevada e
com o aumento de ataques cardíacos. Como não há
sinais associados com a resistência à insulina, o
melhor conselho para as pessoas que têm um histórico
de diabetes na família, estão acima do peso, e não
são ativas, é fazer um teste de glicose, de preferência
com orientação médica.
DIABETES
TIPO 2 E RESISTÊNCIA À INSULINA
Tratando a
Resistência à Insulina
Certamente,
o mais óbvio em pacientes que sofrem desta condição,
é o açúcar elevado. Em primeiro lugar, o
açúcar está alto porque a insulina não
está funcionando direito nas células do corpo. Elas
resistem ao seu efeito. E mais, há uma deficiência
na insulina.
As pessoas
que têm resistência à insulina, mas ainda assim
podem fabricar insulina suficiente, elas superam esta resistência
à insulina, e o açúcar no sangue fica normal.
Porém, se eles não conseguem fabricar insulina suficiente
para superar esta resistência, então o açúcar
no sangue ficará elevado.
Todavia, eles
podem até estar fabricando uma quantidade de insulina mais
que o normal, para superar a resistência à insulina,
mas ainda não é o suficiente. Com o tempo, a resistência
à insulina torna-se constante nestes indivíduos.
Pode melhorar ou piorar com mudanças no peso e nas atividades,
mas em geral ficará estável.
Porém,
quanto mais alta a glicose no sangue, pior a resistência
à insulina e pior a habilidade em fabricar a insulina.
Se mais insulina pode ser fabricada, não há diabetes,
mas se não puder fabricar mais insulina, há diabetes.
Então, controlar o açúcar, a diabetes, parece
simples, mas não é.
Pode-se aumentar
os níveis de insulina tomando certos medicamentos que aumentam
a secreção de insulina. Pode-se, também com
o tempo, tomar injeções de insulina. Com o tempo,
a habilidade do corpo em fabricar insulina diminui, e no início
as medicações que estimulam o pâncreas a fabricar
mais insulina funcionará, mas quando o pâncreas enfraquece,
os medicamentos não funcionam, as injeções
de insulina são necessárias.
Mas podemos
reduzir a resistência à insulina com algumas estratégias.
Reduzindo a quantidade de comida e reduzindo o peso, você
pode com certeza reduzir a resistência à insulina.
A prática de exercícios também reduz a resistência
à insulina.
Muitas vezes
medicamentos que são tomados devido à algum problema
de saúde também podem influir na resistência
à insulina. Por esse, e outros motivos, tudo deve ser feito
para detectar o motivo certo.
“Há
medicamentos que podem reduzir a resistência à insulina”.
Essa é uma boa notícia.
Por muitos
anos não tínhamos os recursos que temos hoje, e
devemos confiar que as pessoas que perdem peso e se exercitam,
o que é muito importante, mas nem sempre é o suficiente
para atingir as metas esperadas.
Por esse motivo
há medicamentos que ajudam a diminuir a resistência
à insulina. Alguns deles trabalham para reduzir a resistência
à insulina, ou aumentar a sensibilidade da insulina no
fígado. É quando o medicamento reduz a produção
de açúcar do fígado.
O fígado
é um órgão muito importante na produção
e manutenção dos níveis de açúcar,
e muitas vezes despeja açúcar , se há resistência
à insulina no fígado. Usando-se medicamento, ele
pode reduzir esse efeito no fígado e reduzir o despejo
de açúcar do fígado. Classicamente, a medicação
abaixará os níveis de glicose em jejum razoavelmente.
Medir os níveis
de açúcar no sangue é muito importante para
saber os efeitos do tratamento, e há também um outro
teste, também importante, chamado “hemoglobina A1c”,
(hemoglobina glicosilada), que dá a média do nível
do açúcar no sangue nos últimos 2-3 meses.
É muito importante que seu médico peça esse
exame de hemoglobina A1c.
Há
ainda medicamentos que agem nos músculos e é conhecida
como a resistência periférica à insulina.
Esses medicamentos diminuem a resistência à insulina
nos músculos e na gordura e leva à redução
dos níveis de açúcar mais comumente após
as refeições. A insulina permite que o açúcar
penetre nos músculos para ser usado, armazenado e usado
como energia e assim por diante, e isto é chamado de disposição
da glicose.
Dieta e exercícios
na resistência à insulina
Uma alimentação
saudável e atividades físicas regulares melhoram
a sensibilidade do corpo à insulina, e ajudam no tratamento
da resistência à insulina. A dieta recomendada (que
é boa para todas as pessoas), inclui uma variedade de alimentos
à base de grãos, frutas e legumes; uma dieta de
baixa gordura, particularmente em gordura saturada e colesterol;
uma dieta moderada em sódio, açúcar e álcool.
Não
faça dieta sem antes consultar o médico.
Se você
está acima do peso, mesmo uma perda pequena do peso pode
ajudar na resistência à insulina. O Programa de Prevenção
da Diabetes, um estudo realizado nos Estados Unidos, o qual incluiu
pessoas com resistência à insulina , revelou que
pessoas que perderam 5% a 7% do total do peso do corpo, reduziram
em quase 60% o risco de desenvolver diabetes tipo 2.
Essas pessoas
conseguiram esse resultado, com mudanças no estilo de vida,
isto é, alimentação saudável e mantendo
atividades físicas ao menos 30 minutos por dia, todos os
dias. E fizeram isso com caminhadas e outras atividades moderadas.
Mesmo atividades
físicas realizadas em vários períodos que
somam ao menos 30 minutos no final do dia, podem ser efetivas.
Logo, não há desculpa para não se exercitar.
Se você é uma pessoa inativa, comece aos poucos uma
atividade, até atingir 30 minutos diários.
Se perder
um pouco de peso e aumentar (ou começar) a praticar exercícios,
você pode reduzir a resistência à insulina
e diminuir as chances de desenvolver diabetes tipo 2.
Fonte: HealthInteractive
Consulte sempre
seu médico de confiança sempre que houver qualquer
dúvida!